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Devo aprender a navegar primeiro ou tirar a licença primeiro?

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Aprender a navegar em Baiona: Por que é que 16 horas de prática oficial não te vão ensinar a ser capitão (e o que fazer a esse respeito)

Uma escola náutica para aprender a navegar a sério (e não para colecionar figurinhas) Vamos ser sinceros: aprender a navegar não devia ser um martírio de estudar até à exaustão,

TENHO NÍVEL SUFICIENTE OU SÓ TENHO UM TÍTULO NA MESA?

TENHO NÍVEL SUFICIENTE OU SÓ TENHO UM DIPLOMA NA MESA? Aprende a identificar o teu curso de aperfeiçoamento Uma das perguntas que mais ouvimos no cais de Baiona é: «Tenho

O grande dilema de quem quer ser patrão: papel ou calos nas mãos?

É a pergunta do milhão em todas as escolas náuticas e fóruns da Internet: «O que vem primeiro: enfiar o nariz no livro do PER ou molhar as botas no convés?». A maioria das pessoas, levada pela inércia do sistema, acha que o caminho lógico é: inscrever-te numa academia, passar num exame de escolha múltipla, fazer as aulas práticas oficiais num fim de semana e, puf!, como por magia, já és capitão.

Desculpa ser eu a estragar-te a festa, mas o papel não flutua. Há uma diferença abismal entre teres a habilitação legal para conduzir um barco e sentires-te realmente seguro quando tens de tomar decisões sob pressão, com ventos de 20 nós na entrada de Baiona.

O que o sistema oficial não te conta (mas o mar sim)

O sistema de certificações em Espanha (PER, PNB, Patrón de Yate…) é, basicamente, uma formação teórica. Dá-te a base necessária: aprendes o RIPA (para não colidir), a sinalização marítima, o uso do rádio e um pouco de cartografia náutica. Tudo isso tem valor, mas é como tentar aprender a conduzir lendo o manual do carro sem nunca teres tocado num volante.

O problema surge quando confundes ter a carta de condução com saber navegar. Saber navegar a sério implica dominar três pilares que não fazem parte do exame:

  1. Sentir o barco: Perceber como o casco reage antes que a situação te ultrapasse. Saber o que o leme te está a dizer quando o barco se desvia da rota.
  2. Lidar com a incerteza: O que fazer quando o motor dá uma falha na pior altura, a âncora não agarra à primeira ou a meteorologia decide não seguir a previsão que viste de manhã.
  3. Liderança a sério: Gerir uma tripulação (que costuma ser composta pelos teus amigos ou família) que olha para ti com cara de pânico, à espera que saibas o que fazer quando o barco inclina mais do que o normal.

Por que é que faz sentido aprender a navegar ANTES de tirares a licença?

Em Julio Verne Náutica recebemos muitos alunos que já têm a licença, mas que se sentem perdidos a bordo. Por isso, a nossa recomendação é quebrar a ordem lógica: navega primeiro, estuda depois.

Se aprenderes a estar a bordo, a usar as cordas, a perceber as manobras básicas e a «falar a linguagem do barco» antes de abrires o livro do PER, garanto-te que a teoria vai entrar sozinha. Não vais estar a memorizar conceitos abstratos sobre «vento aparente» ou «centro vélico»; vais estar a dar nome a coisas que já sentiste nas tuas mãos e no teu rosto. Vais chegar ao exame com bom senso, não só com memória de curto prazo.

O «Vale da Morte»: entre as práticas oficiais e a realidade

Muitos capitães novatos deparam-se com aquilo a que chamamos o «Vale da Morte». Conseguem o título, alugam um barco pela primeira vez e percebem que as 16 horas de treino oficial foram um passeio em grupo em que mal tocaram no leme.

É essa falta de horas reais que causa acidentes, faz com que se percam as cauções e, pior ainda, faz com que as pessoas deixem de navegar por medo. A confiança não se compra com uma taxa de exame; ganha-se com a prática, com método e, acima de tudo, navegando com pessoas que sabem mais do que tu.

A evolução lógica da «Julio Verne Náutica»

Para evitar que sejas carne para canhão no cais, criámos um percurso de aprendizagem que faz mesmo sentido:

  • Passo 1: Deixa de ser um convidado. Começa com o nosso Curso de Tripulantes. Aprende a ser o braço direito de qualquer capitão, sem a pressão de ter de comandar.
  • Passo 2: Assume o comando. Seja num monocasco ou catamarã, mete a mão na massa. Aprende porque é que o barco se comporta assim e como o controlas, e não o contrário.
  • Passo 3: Controla o teu medo. Se o porto te tira o sono, faz o Curso de Atracagens. Dois dias a entrar e a sair até que o cais te pareça brincadeira de criança.
  • Passo 4: A emancipação. Assim que tiveres o certificado e a técnica, lança-te no Winter Training. É o passo decisivo: 48 horas em que mandas tu, nós vigiamos de perto, mas a glória é toda tua.

Ver calendário dos cursos de aperfeiçoamento

Conclusão: Não sejas um «patrão de salão»

Não vejas a navegação como um trâmite administrativo só para exibir uma licença no verão. É um processo de aprendizagem que nunca acaba. Podes ter todas as insígnias do mundo e ser um perigo público no cais de Baiona, ou podes ter apenas o PNB e ser um excelente capitão porque passaste horas a compreender o mar.

Em Julio Verne Náutica ajudamos-te a garantir que a tua segurança a bordo esteja sempre três nós à frente do que diz a tua licença. Porque, no fim do dia, quando o vento arrefece e o porto está perto, a tua tripulação não confia no teu título… confia em ti.

Estás pronto para deixar de colecionar licenças e começar a navegar a sério? Passa pela nossa base no Monte Real Club de Yates e vamos falar do que precisares. E se preferires,manda-nos uma mensagem pelo WhatsApp! clicando aqui.

 

CEO Julio Verne Náutica |  + posts

Iván Pérez-Gándaras é CEO da Julio Verne Náutica e o principal Diretor do Centro de Formação RYA da empresa. A sua vasta trajetória assenta nas mais elevadas qualificações náuticas como Capitão de Iate sem limites, Patrão de Altura STCW95 e RYA Yachtmaster Offshore com endorsement commercial. Soma mais de 20.000 milhas oceânicas em deliveries e travessias transatlânticas, além de 30.000 milhas em expedições científicas, incluindo a Antártida e a Terra Nova.

Formador desde 1993 e instrutor de títulos náuticos desde 2009, a sua trajetória combina uma sólida base técnica com uma experiência prática excecional. Licenciado em Biologia Marinha pela Universidade de Santiago de Compostela e Campeão do Mundo de Vela Ligeira (1989), a sua perspetiva única garante que os artigos, a formação e os serviços de charter da Julio Verne Náutica sejam prestados com o mais elevado rigor técnico e paixão pelo mar.

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Descrición da acción

Grazas a esta axuda renováronse dous equipamentos electrónicos a bordo da “Peregrina” por novas opcións máis sostibles, sustituindo o equipamento de radar e de piloto automático.
Equipamento de radar: A antena de radar FURUNO 1832 substitúiuse pola antena de radar RAYMARINE QUANTUM.

Co Q24D DOPPLER acadouse unha mellora enerxética. Esta mellora conséguiuse mediante a evolución da tecnoloxía de radar, obtendo un consumo moito menor; así como un software evolucionado e mellorado para unha navegación máis precisa, mellorando significativamente a seguridade a bordo.

Equipamento de piloto automático: O equipamento de piloto automático SIMRAD AC12 e a pantalla ZEUS TOUCH de 7″ foron substituídos por unha pantalla B&G NAC-3 + Triton2 e un controlador de piloto Triton2.

Descripción de la acción

Gracias a la ayuda de IGAPE, empresarios de los países Alemania y Francia, visitaron las instalaciones de Julio Verne Náutica y visitaron los distintos puntos turísticos clave de nuestras costas. 

También pudimos publicitarnos en la revista Blauwasser de difusión en  Alemania y Francia. 

Por último, diseñamos y editamos los catálogos de la empresa que se distribuyeron a través de los visitantes que participaron en las misiones inversas y en las visitas a eventos internacionales en los que participa Julio Verne Náutica.

El proyecto Julio Verne Náutica se llevó a cabo gracias a una subvención de 25.814,80 euros concedida por la FEMP, la Conselleria do Mar y el GALP RIA DE VIGO-A GUARDA dentro del proyecto GALP-172, cuyos principales objetivos son promover el crecimiento económico a través de: la educación, el chárter, las rutas guiadas y el transporte en barco.

O proxecto Julio Verne Náutica se levou a cabo tras a subvención de 160.595,20€ aportados dende o FEMP, Conselleria do Mar e GALP RIA DE VIGO-A GUARDA a través do proxecto GALP7-092 cuxos principais obxectivos son o fomento do crecemento económico a través de: Formación, chárter, rutas guiadas e transporte de embarcacións.

Julio Verne Náutica conta co apoio do Inega (Instituto Enerxético de Galicia) para a mellora enerxética dirixida ao sector servizos a través do Programa “Bono enerxía peme 2023”, recibindo 4.788,00 € para este proxecto. Operación cofinanciada pola Xunta de Galicia. Conseguir unha economía mais limpa e sostible.

Julio Verne Náutica desarrolló el proyecto “Velas por el Alzheimer”, una iniciativa para acercar el mar, la navegación y la cultura marinera a personas con Alzheimer, familiares y cuidadores/as.

El programa incluyó talleres adaptados, visitas, salidas al entorno marítimo y una regata final inclusiva en la Ría de Vigo, con el objetivo de favorecer la participación social, el bienestar y la colaboración entre entidades sociales y náuticas.

El proyecto contó con el apoyo de la Xunta de Galicia, a través del IGAPE, en el marco de las ayudas para avanzar en criterios ambientales, sociales y de gobernanza —ASG— en empresas gallegas.

Ayuda concedida: 20.960,00 €
Expediente: IG300F-2025-000-000105

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