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Aprender a navegar em Baiona: Por que é que 16 horas de prática oficial não te vão ensinar a ser capitão (e o que fazer a esse respeito)

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Devo aprender a navegar primeiro ou tirar a licença primeiro?

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TENHO NÍVEL SUFICIENTE OU SÓ TENHO UM DIPLOMA NA MESA? Aprende a identificar o teu curso de aperfeiçoamento Uma das perguntas que mais ouvimos no cais de Baiona é: «Tenho

Uma escola náutica para aprender a navegar a sério (e não para colecionar figurinhas)

Vamos ser sinceros: aprender a navegar não devia ser um martírio de estudar até à exaustão, memorizar luzes de barcos que nunca vais ver na tua vida e passar num exame de escolha múltipla para depois ficares a olhar para o leme com uma cara de pânico. Toda essa história do PER, o PNB ou o Patrão de Iate é ótimo para cumprir o que diz o BOE, mas a navegação a sério, a verdadeira, começa quando soltas as amarras e percebes que o mar não leu o teu manual de exame.

Em Julio Verne Náutica vemos a formação com base numa filosofia que devia ser lei: aprende-se a navegar navegando. Nem numa sala de aula com ar condicionado, nem a ver vídeos do YouTube no sofá. Os nossos cursos em Baiona são pensados para quem quer ganhar aquela confiança de verdade, aquela que te permite dormir tranquilo quando estás ancorado ou entrar no porto sem que te tremam as pernas. Não importa se és um novato total ou se já tens algumas credenciais no currículo, mas te falta um pouco de «garra» ao leme.

Cursos de navegação nas Rías Baixas: É preciso ter licença? (Spoiler: NÃO)

Uma das perguntas que mais recebemos no WhatsApp é: «Olá, posso inscrever-me se não tiver o PER?». A resposta curta é SIM, e a resposta longa é que, na verdade, às vezes até é melhor.

Na Julio Verne Náutica, podes fazer quase toda a nossa oferta formativa sem precisares de ter um único documento oficial. O Curso de Tripulantes, o de Monocasco, o de Catamarã e o curso específico sobre Atraques não exigem licença. Porquê? Porque aprender a usar uma corda, a ajustar a vela mestra ou a não te bateres no cais são habilidades físicas e mentais, não administrativas.

A única exceção é o nosso Winter Training, onde sim, pedimos-te o PER, porque aí vamos já em busca da autonomia total: queremos que sejas tu o capitão responsável, enquanto nós ficamos a observar à distância. Mas para tudo o resto, o ideal é aprenderes a navegar antes de tirares a licença. Porquê? Porque quando chegares à parte teórica, já vais saber do que te estão a falar. Vais ter discernimento, contexto e, acima de tudo, já terás sentido o vento na cara antes de calcular um rumo na carta náutica.

O que é saber navegar de verdade? (A pergunta que assusta os «diplomados de salão»)

Esta é a pergunta do milhão. Saber navegar não é só segurar o leme enquanto o piloto automático faz o trabalho sujo. Nem é ter um título de Capitão de Iate se não souberes o que fazer quando o motor começa a falhar.

Saber navegar é ter bom senso. É perceber como o teu casco reage à corrente, saber preparar uma manobra de ancoragem antes do pôr-do-sol, perceber se aquela nuvem preta te vai estragar a tarde e comunicar com a tua tripulação sem gritos nem dramas. É também saber quando não fazer nada. A bordo, agir por impulso ou sem bom senso costuma acabar em avaria ou susto. A experiência não consiste em carregar em muitos botões, mas sim em perceber do que o barco precisa a cada segundo.

A confiança a bordo é um músculo que se treina com repetição, erros corrigidos e muitas milhas percorridas. Não surge só por teres um certificado plastificado; surge quando sentes que tu e o barco falam a mesma língua.

Atenção personalizada: Esquece as aulas lotadas de «alunos de domingo»

Cada velejador é um mundo à parte. Há quem tenha um talento inato para ajustar as velas, mas entre em pânico na hora de atracar. Outros são craques em meteorologia, mas não sabem fazer uma manobra de guia sob pressão. Por isso, na Julio Verne Náutica, trabalhamos com grupos pequenos.

A formação náutica não pode ser um passeio com 15 pessoas amontoadas no convés, onde só uma delas toca no leme. Isso não é aprender, é só dar uma volta. Apostamos na proximidade: grupos pequenos onde o instrutor te vê, corrige o ângulo do leme, explica-te porque é que aquela corda não está a funcionar bem e adapta a prática a teus medos e teus objetivos. Queremos que saias daqui a navegar melhor, não que venhas apenas para passar o tempo.

Um curso para cada «problema» do internauta

A nossa oferta formativa em Baiona abrange todas as áreas, para que não tenhas desculpas:

  1. Curso para tripulantes: Se estás a começar do zero, este é o sítio certo para ti. Deixa de ser aquele convidado que só serve para abrir as cervejas e transforma-te numa pessoa útil que sabe usar as cordas, percebe as ordens e se movimenta no convés com segurança.
  2. Curso de Monocasco: Para quem quer aperfeiçoar o veleiro de sempre. Navegação, ajuste fino das velas, manobras à vela e a motor. É aqui que deixas de ser um «diplomado» para te tornares um navegador.
  3. Curso de catamarã: Esquece tudo o que sabes sobre monocascos. Aqui há dois motores, muito mais largura e uma inércia que tens de saber controlar. Se vais alugar um Lagoon ou um Fountain Pajot neste verão, não te arrisques sem passares por aqui.
  4. Curso de Atracação: O curso específico para quem tem pesadelos com o cais. Técnica, calma e repetição. Vais entrar e sair até conseguires fazê-lo com um café na mão.
  5. Treino de Inverno: O «level up» definitivo. Treino de autonomia para capitães que querem começar a navegar sozinhos, mas com o apoio de um acompanhamento profissional.

Baiona e as Rías Baixas: O teu campo de treino de elite

O cenário é importante. A nossa sede no Monte Real Club de Yates de Baiona é estratégica. Temos águas protegidas para praticar sem stress, mas com a saída para o Atlântico mesmo ao virar da esquina.

As Rías Baixas permitem navegar durante todo o ano (é no inverno que se formam os verdadeiros capitães) com condições variadas, ancoradouros incríveis nas Ilhas Cíes e uma rede de portos próximos para praticar atracagens até te fartares. Baiona não é só o sítio onde estamos; é a nossa ferramenta pedagógica.

Conclusão: O mar está à tua espera, pára de ler e vem cá

Formar-se em Julio Verne Náutica é escolher o caminho difícil, mas gratificante: o da prática real. Temos os nossos próprios barcos (impecáveis, aliás), instrutores que são marinheiros de coração e uma metodologia que vai direto ao que interessa.

Se queres deixar de ser um mero passageiro da tua própria vida náutica e começar a comandar a sério, escolhe o teu curso e vemo-nos no cais. Porque, no fim de contas, a única diferença entre um capitão e um turista é a confiança. E isso, amigo, só se ganha na água.

Vens navegar ou vais ficar à espera que te contem?

Ver calendário dos cursos de aperfeiçoamento

Tens dúvidas? Manda-nos uma mensagem pelo WhatsApp clicando aqui.

CEO Julio Verne Náutica |  + posts

Iván Pérez-Gándaras é CEO da Julio Verne Náutica e o principal Diretor do Centro de Formação RYA da empresa. A sua vasta trajetória assenta nas mais elevadas qualificações náuticas como Capitão de Iate sem limites, Patrão de Altura STCW95 e RYA Yachtmaster Offshore com endorsement commercial. Soma mais de 20.000 milhas oceânicas em deliveries e travessias transatlânticas, além de 30.000 milhas em expedições científicas, incluindo a Antártida e a Terra Nova.

Formador desde 1993 e instrutor de títulos náuticos desde 2009, a sua trajetória combina uma sólida base técnica com uma experiência prática excecional. Licenciado em Biologia Marinha pela Universidade de Santiago de Compostela e Campeão do Mundo de Vela Ligeira (1989), a sua perspetiva única garante que os artigos, a formação e os serviços de charter da Julio Verne Náutica sejam prestados com o mais elevado rigor técnico e paixão pelo mar.

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Descrición da acción

Grazas a esta axuda renováronse dous equipamentos electrónicos a bordo da “Peregrina” por novas opcións máis sostibles, sustituindo o equipamento de radar e de piloto automático.
Equipamento de radar: A antena de radar FURUNO 1832 substitúiuse pola antena de radar RAYMARINE QUANTUM.

Co Q24D DOPPLER acadouse unha mellora enerxética. Esta mellora conséguiuse mediante a evolución da tecnoloxía de radar, obtendo un consumo moito menor; así como un software evolucionado e mellorado para unha navegación máis precisa, mellorando significativamente a seguridade a bordo.

Equipamento de piloto automático: O equipamento de piloto automático SIMRAD AC12 e a pantalla ZEUS TOUCH de 7″ foron substituídos por unha pantalla B&G NAC-3 + Triton2 e un controlador de piloto Triton2.

Descripción de la acción

Gracias a la ayuda de IGAPE, empresarios de los países Alemania y Francia, visitaron las instalaciones de Julio Verne Náutica y visitaron los distintos puntos turísticos clave de nuestras costas. 

También pudimos publicitarnos en la revista Blauwasser de difusión en  Alemania y Francia. 

Por último, diseñamos y editamos los catálogos de la empresa que se distribuyeron a través de los visitantes que participaron en las misiones inversas y en las visitas a eventos internacionales en los que participa Julio Verne Náutica.

El proyecto Julio Verne Náutica se llevó a cabo gracias a una subvención de 25.814,80 euros concedida por la FEMP, la Conselleria do Mar y el GALP RIA DE VIGO-A GUARDA dentro del proyecto GALP-172, cuyos principales objetivos son promover el crecimiento económico a través de: la educación, el chárter, las rutas guiadas y el transporte en barco.

O proxecto Julio Verne Náutica se levou a cabo tras a subvención de 160.595,20€ aportados dende o FEMP, Conselleria do Mar e GALP RIA DE VIGO-A GUARDA a través do proxecto GALP7-092 cuxos principais obxectivos son o fomento do crecemento económico a través de: Formación, chárter, rutas guiadas e transporte de embarcacións.

Julio Verne Náutica conta co apoio do Inega (Instituto Enerxético de Galicia) para a mellora enerxética dirixida ao sector servizos a través do Programa “Bono enerxía peme 2023”, recibindo 4.788,00 € para este proxecto. Operación cofinanciada pola Xunta de Galicia. Conseguir unha economía mais limpa e sostible.

Julio Verne Náutica desarrolló el proyecto “Velas por el Alzheimer”, una iniciativa para acercar el mar, la navegación y la cultura marinera a personas con Alzheimer, familiares y cuidadores/as.

El programa incluyó talleres adaptados, visitas, salidas al entorno marítimo y una regata final inclusiva en la Ría de Vigo, con el objetivo de favorecer la participación social, el bienestar y la colaboración entre entidades sociales y náuticas.

El proyecto contó con el apoyo de la Xunta de Galicia, a través del IGAPE, en el marco de las ayudas para avanzar en criterios ambientales, sociales y de gobernanza —ASG— en empresas gallegas.

Ayuda concedida: 20.960,00 €
Expediente: IG300F-2025-000-000105

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