TURISMO NÁUTICO
Rota Ilhas Cíes
Esta rota em veleiro convida-o a conhecer o arquipélago mais conhecido e espetacular do parque nacional das Ilhas Atlânticas: as Ilhas Cíes.
Poderá participar ativamente no governo do barco e descobrir a história da ria num único dia.
Rota Parque Nacional
Esta rota em veleiro convida-o a conhecer todos os arquipélagos do parque nacional das Ilhas Atlânticas: Cíes, Ons, Sálvora e Cortegada.
Poderá participar ativamente no governo do barco. A duração da rota é de 5 dias.
Rota de astroturismo em alto mar
Navegue mar adentro no La Peregrina e descubra um céu estrelado como nunca antes.
Astroturismo, aventura e sustentabilidade em alto mar. Observação astronómica guiada, bioluminescência e navegação tradicional numa experiência única.
Caminho de Santiago de Barco
Embarque numa experiência única: viva o Caminho de Santiago a partir do mar. Percorra a bela Ria de Muros Noia, a última das Rías Baixas, seguindo a histórica rota que os antigos peregrinos marítimos sulcaram há séculos para chegar a Compostela.
Parque Nacional Marítimo-Terrestre das Ilhas Atlânticas da Galiza
Falar de um parque leva-nos a pensar em florestas frondosas em grandes extensões de terra. Mas este não é o caso do Parque Nacional Marítimo-Terrestre das Ilhas Atlânticas da Galiza. Um nome tão longo quanto singular. E por que é tão especial?
Um Parque Nacional é uma figura que protege, conserva e evita a deterioração dos ecossistemas que ali habitam, tudo para que as gerações futuras possam desfrutar destes espaços.
A beleza dos arquipélagos compete com a que se encontra debaixo das águas; a grande variedade de microrganismos é a base da cadeia alimentar que sustenta a extraordinária riqueza marinha do Parque. A pesca utiliza técnicas artesanais e está regulada de modo a ser compatível com a conservação dos fundos marinhos do Parque.
Sobre acessos e outros dados do Parque:
Para aceder ao Parque Nacional é necessário ter uma autorização, que se obtém através do sítio Web www.autorizaciónillasatlanticas.xunta.gal Esta autorização é um requisito para a compra do bilhete de transporte nas companhias marítimas autorizadas, que podem ser consultadas em www.illasatlanticas.gal
Cada ilha de cada arquipélago possui um valor natural inegável, mas no seu conjunto a sua importância multiplica-se. Este é um exemplo claro em que a frase “o todo é maior do que a soma das suas partes” ganha um sentido especial.
A abundância de vida que habita nas ilhas é uma amostra representativa da flora e fauna das costas atlânticas. O encanto de estarem concentradas numa porção relativamente pequena de território atrai o olhar de todos os visitantes. Somado a isso, as características geológicas, a história que remonta à Idade do Bronze e a proximidade da costa tornam o Parque um lugar muito atrativo e visitado. É por isso que a conservação é a principal prioridade.

Arquipélago de Cíes
Antigamente povoadas, as ilhas Cíes oferecem uma boa amostra de património cultural: ruínas de mosteiros, castros, fábricas de salga e armazéns dos carabineiros. Entre os seus atrativos encontram-se a praia de Rodas, considerada uma das mais bonitas do mundo, o farol de Cíes, as rotas de caminhada que percorrem as florestas, as falésias e as colónias de aves marinhas.

Arquipélago de Cortegada
Um percurso com cinco paragens que encerram segredos benéficos para a saúde, como a Ermida dos Milagres, árvores que curam e a cura do sol e do sal, entre outras.

Arquipélago de Ons
Ons e Onza são as principais ilhas que o formam. A ilha de Ons tem uma população de cerca de 60 habitantes, que se dedicam principalmente à pesca e ao turismo. A ilha de Onza é uma zona de reserva e não é habitada. Entre os seus atrativos encontram-se as suas praias de areia fina e as suas falésias com grutas como o Buraco do Inferno. Ons distingue-se pela plataforma rochosa que a envolve, criando fundos marinhos pouco profundos e muito ricos.

Arquipélago de Sálvora
A ilha tem praias, dunas, rochas, uma aldeia abandonada, um farol, uma capela e uma fonte com lendas. Encontram-se formações rochosas muito curiosas e o terreno é plano, com uma altitude máxima de 71 metros. Por motivos de segurança e conservação, a visita à aldeia de Sálvora só pode ser realizada na companhia de guias autorizados pelo Parque Nacional.